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Minha Primeira Infância celebra um segundo ano de conquistas e transformação
Published 11/24/2025 by rferreira

Encerrar um ciclo é também celebrar tudo o que floresceu ao longo do caminho. Neste segundo ano do Minha Primeira Infância, o que mais sentimos é orgulho — orgulho das conquistas construídas de mãos dadas com as crianças, as famílias, as escolas e os parceiros, que acreditam no poder transformador da cultura na primeira infância.
Em 2025, o projeto ganhou novas histórias e ainda mais força em Catalão e Horizontina, acompanhando de perto o desenvolvimento de mais de 650 crianças, além de fortalecer a prática pedagógica de mais de 300 educadores das redes públicas de ensino.
Nos últimos dois anos mais de 6.300 horas de oficinas foram realizadas e 3.400 crianças atendidas em 11 instituições mobilizadas.
Acompanhe a seguir como foram as capacitações dos educadores, a entrega das melhorias nas escolas de Horizontina e os eventos culturais, que celebraram a potência da infância em cada território!
Fechamos 2025 com ainda mais certeza de que o projeto tem um potencial real de transformação na vida de milhares de crianças nos próximos anos.
E para sentir de perto a energia dessa transformação, assista ao vídeo especial que preparamos!
Acompanhe os impactos positivos do projeto e faça parte dessa jornada com a gente no próximo ano.
Capacitação para educadores
As formações foram realizadas com os educadores das quatro instituições públicas participantes do projeto, totalizando 107 profissionais capacitados em Horizontina e Catalão, em 16 horas de atividades.
Além disso, como contrapartida do projeto, foram oferecidas 8 horas de formação aos educadores da rede pública municipal, que puderam vivenciar diretamente as oficinas. Participaram 221 educadores em Catalão e 122 em Horizontina, somando mais de 340 profissionais participantes nas oficinas da arte do brincar, expressão cultural, musicalização e contação de histórias.
A formação de educadores é um dos pilares do projeto, pois fortalece sua continuidade ao ampliar o acesso a novas metodologias e favorecer a renovação das práticas pedagógicas. Assim, os professores se mantêm inspirados a incorporar os princípios do projeto em seu cotidiano escolar.









Ambientes renovados em Horizontina
Em outubro, concluímos a entrega dos novos materiais e a renovação dos espaços nas duas escolas participantes em Horizontina.
Na EMEI São José Operário, o investimento contemplou a aquisição de móveis e materiais para o ateliê, além de novos instrumentos musicais que ampliam as possibilidades de exploração sonora pelas crianças.


Na EMEI Madre Tereza, foi estruturado um ateliê exploratório, juntamente com a compra de recursos para fortalecer as oficinas de contação de histórias, musicalização e exploração corporal.






Eventos Culturais
Os eventos culturais do projeto aconteceram entre outubro e novembro e reuniram crianças, famílias e educadores em momentos de aprendizado, brincadeiras e integração.
Mais de 1.100 pessoas participaram dos eventos nas quatro escolas atendidas, vivenciando atividades que celebraram os aprendizados e as conquistas do ano.
As famílias também puderam conhecer de perto as melhorias realizadas nas escolas — espaços renovados que permanecerão contribuindo para o desenvolvimento das crianças nos próximos anos.
Foram dias dedicados a celebrar conquistas, fortalecer vínculos e reconhecer a potência da infância, com arte e cultura transformando cada cantinho das escolas.











Encerramento das oficinas
Em Horizontina, as oficinas foram concluídas em novembro, totalizando mais de 1.400 horas de atividades em 14 turmas. Em Catalão, o encerramento ocorre na primeira quinzena de dezembro, com 700 horas de oficinas realizadas em 25 turmas.
Foram meses de trabalho intenso e dedicado por parte de uma equipe de oficineiros experientes, comprometidos em promover o desenvolvimento integral das crianças, considerando as potencialidades de cada temática trabalhada ao longo do projeto.








Histórias de transformação

Temos o caso de uma aluna que, no início do projeto, apresentava muita dificuldade de interação. Ela era bastante resistente, tinha limitações motoras e dificuldades de socialização. Com o decorrer das oficinas, foi se soltando, passou a interagir e hoje participa de todas as atividades. É nítido o quanto evoluiu, tanto no aspecto motor quanto no social. Observamos avanços em outras crianças também. São pequenos detalhes que, no dia a dia da escola, nem sempre conseguimos trabalhar, mas que os oficineiros trazem com um olhar atento. Às vezes, a criança precisa justamente daquele ajuste, daquele incentivo, para conseguir se desenvolver.
Élis Coelho, professora na CMEI Natália em Catalão.

Após o início do projeto, nós percebemos gradativamente a melhora do desenvolvimento das crianças em todos os aspectos: físicos, emocionais, mentais e sociais. Percebemos também uma melhora na autonomia delas, maior criatividade, maior vontade de participação nas atividades e muito mais interação com os colegas e com todas as pessoas da escola.
Fransoaze Kerber, professora CMEI na Madre Tereza em Horizontina.

Receber o Projeto Minha Primeira Infância tem sido uma experiência transformadora para toda a comunidade escolar. As oficinas preencheram os espaços com criatividade, movimento e aprendizado, enquanto as formações ampliaram o olhar dos docentes sobre a infância, fortalecendo suas práticas pedagógicas.
A revitalização do pátio, a criação do espaço riscante e a implantação da brinquedoteca também trouxeram um ambiente mais acolhedor, lúdico e estimulante. Hoje, podemos afirmar: temos uma escola mais colorida, pedagógica e afetuosa graças ao Projeto Minha Primeira Infância.
Beatriz Bernardes Leite, diretora da CMEI Natalia Safatle Soares em Catalão.

Temos grande alegria em participar do Projeto Minha Primeira Infância, que veio ao encontro do desejo de fortalecer as práticas pedagógicas nos campos de experiência da Educação Infantil por meio das oficinas e da aquisição de materiais que apoiam o trabalho de professores e oficineiros. As crianças se encantam com a Contação de Histórias, divertem-se e se expressam na Musicalização, exploram movimentos e emoções na Expressão Corporal e aprendem brincando na Arte do Brincar. Além disso, a interação com as profissionais da escola e a formação oferecida enriquecem a prática pedagógica e ampliam as possibilidades de desenvolvimento das crianças.
Neide Simone de Moura, diretora na EMEI Madre Tereza em Horizontina.

É muito gratificante ter um projeto dessa magnitude na escola de educação infantil. Eu fico muito feliz porque, todas as vezes que tem oficina, elas chegam em casa muito alegres, contando como foram as aulas. O desenvolvimento da Alexia foi muito grande, até na igreja ela quer cantar, me pediu um violão para aprender a tocar e disse que quer ser cantora quando crescer. Isso aconteceu depois das aulas de musicalização na escola, porque ela gosta muito, se envolve, quer cantar e dançar. Também está adorando contar histórias, porque agora aprendeu a ler.
Miriam Silva dos Santos, mãe da Alicia e Alexia, alunas da CMEI Natália em Catalão.

Após o início das oficinas, notamos diferença muito significativa nas atitudes do Matheus em casa. Ele vem para casa compartilhando vivências, atividades, músicas, que ocorreram na escola. A gente fica muito feliz de ver a evolução dele e com certeza esse projeto está sendo fundamental para sua caminhada. É uma sementinha plantada em cada criança que vai fazer a diferença na vida de cada uma delas.
Franciele Schreder, mãe do Matheus Henrique, aluno na Madre Tereza.

Com a implementação do projeto, por meio das oficinas de Musicalização, Contação de Histórias, Expressão Corporal e Arte do Brincar, as crianças têm vivenciado transformações significativas, desenvolvendo criatividade, imaginação, autonomia, empatia, respeito à diversidade cultural e inclusão. As melhorias no ambiente escolar e a criação do espaço brincante fortaleceram o sentimento de acolhimento e pertencimento. Diante dos resultados, buscamos formas de garantir a continuidade das oficinas no próximo ano, com a possibilidade de integrá-las às ações pedagógicas diversificadas da proposta de tempo integral da escola.
Adriana Atkinson Herberts, diretora da EMEI São José Operário.
Dados de impacto do projeto
O Minha Primeira Infância segue consolidando seu impacto nos territórios onde atua. Em 2025, o projeto realizou mais de 1.300 horas de oficinas, alcançando diretamente 670 crianças distribuídas em 39 turmas de educação infantil nos municípios de Catalão (GO) e Horizontina (RS).
Ao todo, quatro instituições públicas foram beneficiadas com atividades culturais, melhorias nos espaços e ações formativas conduzidas por uma equipe de nove oficineiros especializados.
O trabalho também se estendeu aos profissionais da educação: 343 educadores participaram das formações, ampliando suas práticas pedagógicas e fortalecendo a sustentabilidade do projeto dentro das redes municipais.
Esses números refletem a construção coletiva de um ambiente mais criativo, acolhedor, estimulante e reforçam o potencial do projeto no apoio ao fortalecimento da primeira infância.

Quem acredita nesse projeto

